Acerca de mim

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Portuguesa,http://www.caminhosquefalamportugues.blogspot.pt/ Mulher, nascida no Feijó, concelho de Almada, http://www.umateladearco-irismargemsultejo.blogspot.pt/ Península de Setúbal, Portugal. Residir no Alentejo, Portugal Membro da Cruz Vermelha Portuguesa, sócia e socorrista(tripulante de ambulâncias e formação base), https://pensamentos-quemsomos.blogspot.com Pintora, http://umateladearco-irislilas.blogspot.com/ escritora, https://pensamentosvermelhoii.blogspot.com/ bloguer e fotografa. Autora, de mais de 150 blogues, publicados na Google. Do qual consta, as minhas historias 90, 9240, os meus vídeos 230 Inclui também, algumas fotos do meu pai 98 fotos, quando este esteve em Goa, Índia, Em 1959/1960, em serviço militar. http://indiaportuguesaanos60.blogspot.com/ Alem das minhas publicações, nas redes sociais, Facebook, e Youtube, E os blogues Do que se fala, e Quiosque. mais cruz vermelha do qual sou membro, também tenho lugar, para publicações de outros.

O NORTE ALENTEJANO, PORTUGAL


Nesta vasta região, que em tempos, alguem designou, por terras de "além tejo" , assim ficou conhecida, durante o tempos da reconquista.
Mais tarde, o "alem tejo" passou a designar-se, simplesmente, Alentejo, ate aos dias de hoje.
O norte alentejano, surge, como parte integrante, dessa extensa região, do alentejo, que tem como limites, beira baixa, estremadura, espanha, lisboa e vale do tejo, o oceano atlantico, algarve.
Constam tres cidades, capitais de distrito, a norte, Portalegre, ao centro, Èvora e mais ao sul, Beja.
A parte sul do alentejo, estende-se, desde o interior alentejano, ate ao alentejo litoral(oceano atlantico).
A região mais a norte, o norte alentejano, faz fronteira com o rio tejo(beira baixa), com espanha, com o distrito de evora(alentejo central), e com o distrito de santarem(estremadura).
Este distrito norte alentejano, tem como capital de distrito, Portalegre, e como segunda cidade, Elvas cidade transfronteiriça, com Espanha, a terceira cidade, é Ponte de Sôr, e encontra-se, mais a sul, do distrito.
O distrito de Portalegre, tem quinze concelhos, alguns constam aqui, em imagens de satélite, relativo as diferenças, de relevo, no qual, é composta esta região.
As barragens, fazem parte integrante desta zona do interior, são albufeiras, que funcionam como reservatórios de aguas.
A retenção de agua, é utilizada para abastecimentos das populações, tornando-se, por isso, um bem precioso, por aqui.
Nesta vasta área, no pico do verão, as temperaturas, podem subir até, em alguns casos, aos graus, no entanto no inverno, podem descer até aos, 0º graus.
Nesta zona interior profundo, nem sempre chove o bastante, há invernos em que a precipitação, é escassa, e as preocupações acrescem.
No entanto, é sempre um "alivio" quando os Invernos são mais chuvosos, porque, as barragens ficam com agua suficiente, para nestes casos, ajudar no combate aos incêndios, um flagelo de verão que, tambem passa por aqui, nas areas com mais vegetação.
Nesta região, alias como em todo o interior do nosso pais, as barragens, são portanto um bem essencial, de sobrevivência das populações, que ai residem.
As barragens, são reservatórios gigantescos, de agua, que em alguns casos, também são aproveitadas, para produção de energia, rega de agricultura, controlo de cheias, e usos recreativos, e outros.
Seja bem vindo ao "Além Tejo"

no blog principal, tem os links, e as fotos de satelite, dos concelhos do norte alentejano, clik no link e, entrará no blog.
http://www.caminhosdonortealentejano.blogspot.com/

nota:
(...)Em portugal são conhecidas barragens, construidas desde o tempo da ocupação romana.
Uma destas barragens tem a sua localização em lisboa(..)

ana paula alberto caldeira 29Mar09


ALENTEJO, PORTUGAL MARCO EM ALPALHÃO(NISA) NORTE DO ALENTEJO, ESTRADA NACIONAL N18 (EN 18) PORTUGA

ALENTEJO, PORTUGAL MARCO EM ALPALHÃO(NISA) NORTE DO ALENTEJO, ESTRADA NACIONAL N18 (EN 18) PORTUGA
ALENTEJO, PORTUGAL MARCO EM ALPALHÃO(NISA) NORTE DO ALENTEJO, ESTRADA NACIONAL N18 (EN 18) PORTUGAL

AS ANTAS, AS RUINAS ROMANAS AS MURALHAS E A ARQUITECTURA MEDIEVAL

Uma Região que remonta, á pré historia, com as suas antas megalíticas, e os seus vestígios romanos, como é o caso das ruínas, da cidade romana da Ammaia.
Mais tarde a Era, da reconquista cristã, com o mosteiro medieval de flor-da-rosa, pertencente á ordem de malta, , por fim, as muralhas de elvas, património mundial pela UNESCO.
No norte alentejano, encontramos este património arquitectónico, riquíssimo, e histórico, que é historia de portugal.
As antas megalíticas estão espalhadas, pelos campos, assim como outros monumentos, relativo aquela época.
No site os caminhos megalíticos, o visitante, encontrará, no link, mais pontos megalíticos, com estes monumentos, no distrito.
Mas quem viajar por aqui, encontrará, mais monumentos com historia, como por exemplo, o Mosteiro de santa Maria, Flor da Rosa, no concelho do Crato, conheça este mosteiro que pertenceu aos pais de D Nuno Alvares Pereira, o Condestável.
Conheça também, os fortes, e fortins, assim como o arqueduto, de cidade transfronteiriça, de elvas, e que em tempos foi campo de batalhas, e hoje, resta os vestígios históricos dessa época da reconquista, com Badajoz(Espanha) do lado de lá, também fortificada.
Mais para norte, as ruínas da cidade romana, da Ammaia, cidade erguida no sec II, a escassos km dali, Marvão, e castelo de vide, com os seus castelos, no cimo das serras.
A vila, céu e o campo, Alpalhão, uma vila típica, do norte alentejano, com 1º foral em 1160, concedido pelo 1º rei de portugal D Afonso Henrique.
A cidade e as serras, capital de distrito, cidade de Portalegre, que tal como o nome indica, esta construída no meio de serras, do qual, destaco a serra de São Mamede.
Outra zona fronteiriça, nos arredores, galegos, com a arquitectura das suas casas, de fronteira, esta mais recente, e Espanha logo ali.

Seja Bem vindo, ao norte alentejano, PORTUGAL, Europa Ocidental


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ALENTEJO NÃO SE EXPLICA SENTE-SE DEVAGAR---O Alentejo é habitado de forma contínua há cerca de50 a 60 séculos (5.000 a 6.000 anos).

 

ALENTEJO, NÃO SE EXPLICA, SENTE-SE DEVAGAR

https://youtu.be/ey5L5TGote4?si=1CqbrFei6xiuqhxB

COMO FOI SEMPRE VIVER NO ALENTEJO, COM O CALOR

""Vista geral de IA

Viver no Alentejo antigo com muito calor exigia resiliência e adaptação. A vida parava nas horas de maior calor, com as populações a refugiarem-se na frescura das habitações de taipa. O arrefecimento passivo era garantido pela arquitetura vernacular, pela sesta e pela tradição de conviver à noite. [1, 2, 3, 4, 5]

O Ritmo de Vida

  • Recolhimento obrigatório: As horas de maior canícula (durante a tarde) eram passadas em repouso. O ritmo era lento e ditado pela natureza. [1, 2]

  • Convívio à fresca: Com o cair da noite e a descida da temperatura, as pessoas saíam para a rua, sentando-se à porta de casa para conversar e conviver com a vizinhança. [1]

Arquitetura e Arrefecimento Passivo

  • Paredes espessas: As casas tradicionais construídas em taipa ou com muros grossos de pedra e terra tinham uma elevada inércia térmica. O calor demorava horas a penetrar no interior, mantendo a casa fresca durante o dia. [1, 2, 3]

  • Casas caiadas: As paredes exteriores eram pintadas de branco com cal, o que ajudava a refletir a luz solar e a evitar o sobreaquecimento. [1]

  • Pequenas aberturas: As janelas e portas eram pequenas para impedir a entrada do ar quente e do sol direto.

  • Ventilação: Durante a noite, as portas e janelas eram abertas para promover a circulação e deixar o ar fresco entrar, arrefecendo a estrutura da casa para o dia seguinte. [1, 2]

O Trabalho no Campo

  • O trabalho agrícola começava muito cedo, ao nascer do dia, para evitar a exposição ao sol nas horas mais intensas, onde as temperaturas atingiam picos extremos de calor. [1, 2]

Alimentação e Vestuário

  • Alimentação rica e refrescante: A gastronomia adaptou-se ao clima, destacando-se pratos frios e caldos reconfortantes sem recurso a lume, como é o caso do gaspacho, das açordas, das migas e da sopa de tomate. Estes pratos eram ricos em alho, sal, azeite e pão, ajudando a repor os minerais perdidos pela transpiração. [1, 2, 3]

  • Vestuário: As roupas tradicionais eram largas e claras, e o uso de chapéus ou boinas e lenços era a principal defesa contra a insolação. [1]

Pode descobrir mais pormenores sobre a identidade e a história desta região consultando relatos sobre as características do Alentejo e a vivência local.”””


HA QUANTOS SECULOS O ALENTEJO É HABITADO

""Vista geral de IA


O Alentejo é habitado de forma contínua há cerca de 50 a 60 séculos (5.000 a 6.000 anos). A ocupação humana na região remonta ao Período Neolítico, um facto comprovado pela vasta concentração de monumentos megalíticos, como Antas e Cromeleques, muito comuns no Alentejo Central. [1, 2, 3, 4]

Ao longo dos milénios, a região viu a passagem e fixação de diversos povos, que deixaram marcas profundas na sua identidade: [1]

  • Povos Pré-romanos: Comunidades como os Celtas e os Sefes fundaram povoações antigas, destacando-se a fundação de núcleos que evoluíram para cidades como Évora.

  • Romanos: Estabeleceram-se a partir do século III a.C. e transformaram a região num importante celeiro. O seu legado ainda hoje é visível em vestígios como o Templo Romano e as ruínas de Villa Romana de São Cucufate. [1, 2, 3]

  • Domínio Islâmico: Iniciado no século VIII, deixou uma herança cultural, arquitetónica e agrícola que moldou profundamente a paisagem, as povoações (com destaque para Mértola) e a própria língua.